e é neste Março ainda moço
neste eco frágil de mudança
que traço a minha pele e o meu corpo
com a tinta doce das manhãs
após as madrugadas voluptuosas
em que nos beijamos entre rios
e nos vertemos em leda foz
desfolhadamente lentos
com rosas nos dedos
e espinhos a meio da voz
uma boa noite!